sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


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Mudar é preciso

Jesus não quer a perdição de ninguém
A palavra “mudança” faz parte do calendário do tempo doAdvento. Mudar do pior para o melhor, das práticas de morte para aquelas de vida. Este é o sentido verdadeiro do Natal, para o qual estamos caminhando, revigorando forças no perdão de Deus.

O itinerário leva em conta uma vida melhor, que depende de humildade, de testemunho pessoal como grandeza evangélica e de reconhecimento da bondade do Senhor da vida. Jesus nasce no Natal fazendo-se carne para resgatar a humanidade da morte.

Deus não quer a perdição de ninguém, mas diz que “mudar é preciso”. Não quer que estejamos mergulhados no mal. Por isso, o Natal pode transformar-se em tempo de salvação, de enraizamento na vida de Deus e de felicidade verdadeira.

A maior mudança é confirmada com o encorajamento e a renovação da confiança no amor de Deus. Isso ocasiona compromisso sério com o bem e a vida digna. É muito mais do que um Natal apenas de muitas festividades.
O Advento é um tempo de bênção para quem o vivencia. Ele pode nos encaminhar para novos horizontes, ajudar-nos a superar grandes barreiras e dificuldades, porque o Senhor vem ao encontro das pessoas, como o pastor que vai em busca das ovelhas.
Nascendo em Belém de Judá, Jesus resgata vidas ameaçadas e cuida das pessoas enfraquecidas e indefesas, porque Sua vida significa vida do povo. A libertação é para todos, é um Natal sem fronteiras, não só como momento histórico, mas como vida nova.
O nascimento de Jesus dá início a uma nova criação, a um coração e espírito novos e a presença do motivador da paz. Isso exige que celebremos o Natal de forma coerente com a fé cristã. No Menino do Natal a vida toma sentido na história humana.
Celebrar festas natalinas supõe fidelidade aos princípios da fé cristã e da confiança nos planos de Deus. Ele não quer a perdição de ninguém, mas mudança, chegando ao conhecimento da verdade, que é Ele mesmo. Isso supõe viver na santidade e justiça em busca do bem de todos. fonte: cançaonova

Veja como foi a peregrinação da Cruz e do Ícone na Arquidiocese de Juiz de Fora

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Sete mil jovens acolhem Símbolos da JMJ em Leopoldina debaixo de muita chuva

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Homem e mulher Ele os criou


silhouette of pregnant woman and her husbandO pensamento cristão procura compreender e explicar o ser humano à luz do desígnio de Deus sobre o homem e a mulher; esse desígnio pode ser conhecido pela natureza das coisas e pela revelação divina, recolhida na Sagrada Escritura. Assim, a antropologia cristã afirma que o ser humano é composto de dois gêneros: masculino e feminino. “Homem e mulher Deus os criou” (Gn 1,27), constata o autor sagrado, depois de relatar de maneira poética que Deus decidiu criar o ser humano à sua imagem e semelhança.
Afirma ainda a antropologia cristã que o ser humano não é fruto de uma evolução caótica, mas de um querer divino, sábio e bom, que não é difícil de ser reconhecido na própria natureza humana: na sua corporeidade, sua inteligência, vontade e capacidades naturais, orientadas não apenas para a sobrevivência, mas também para a busca da verdade e da plenitude do viver. O homem é dotado de liberdade e tem a capacidade de discernir e de decidir-se pelo bem ou pelo mal. No exercício da liberdade está uma das bases da grandeza e da dignidade do homem.
O ser humano, portanto, não é ‘esta metamorfose ambulante’, que segue vagando pela vida sem saber quem é, o que quer, para quê vive, por que é aquilo que é; nem está preso a um determinismo cego, que o acorrenta aos acontecimentos, sem que ele possa fazer-se senhor das próprias decisões. Cabe-lhe tomar conta de si mesmo e viver de forma responsável, conforme sua dignidade e sua natureza.
Um aspecto importante desse “viver conforme a sua natureza” consiste em assumir a própria identidade sexual. Há muita confusão sobre isso na cultura atual e a sexualidade já não é levada a sério, como um fato de natureza, mas é tida como um fenômeno cultural. Nem mesmo a diferenciação sexual entre masculino e feminino é levada a sério; corre muito a idéia de que a identidade sexual é moldada pela cultura e pela subjetividade e que cada um “constrói” a sua identidade sexual; a diferenciação sexual no corpo humano seria apenas um “fato secundário” e contaria mais aquilo que o sujeito decide ser. Identidade sexual seria uma questão de opção.
A consequência disso é que aumentam os comportamentos sexuais pouco definidos, nem masculinos, nem femininos. Sempre mais se fala de homossexuais, bissexuais, transexuais... Em tal contexto, ser heterossexual, com identidade definida de homem (masculino) e de mulher (feminina) aparece apenas como uma entre as tantas possibilidades e opções quanto à identidade sexual. A pergunta que fica no ar é se não há um grave equívoco nisso? Vai ficar assim daqui por diante? Aonde vai levar isso?!
Para a antropologia cristã, a confusão quanto à identidade sexual, que se espalha sempre mais na cultura, não deixa de levantar uma séria preocupação. Para o pensamento cristão, a diferenciação sexual (homem e mulher) deve ser levada plenamente a sério; a sexualidade afeta todos os aspectos da pessoa humana, na sua unidade de alma e corpo. Ela diz respeito à afetividade, à capacidade de amar e de procriar; de maneira mais geral, diz respeito à aptidão de criar vínculos serenos de comunhão com os outros.
Cabe a cada homem e mulher reconhecer e aceitar a própria identidade sexual. As diferenças e complementariedades físicas, morais e espirituais estão orientadas para os bens do casamento e da família. A harmonia do casal e da sociedade depende, em parte, da maneira como se vivem entre os sexos a complementariedade e o apoio recíprocos. A pretensão de mexer nessa harmonia que Deus estabeleceu entre os sexos e de submeter a identidade sexual ao arbítrio da vontade, tão influenciável por fatores culturais e dinâmicas sócio-educativas (ou ‘deseducativas’...), é uma temeridade, que não promete bons frutos para o futuro da humanidade.
A Igreja Católica, portanto, vê com preocupação a crescente ambiguidade quanto à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura. Antes de ser um problema moral, é um problema antropológico. Evidentemente, isso não justifica qualquer tipo de violência e agressão contra homossexuais ou quem quer que seja, mas é um convite a uma reflexão séria. Não é possível que a natureza tenha errado ao moldar o ser humano como homem e mulher. Isso tem um significado e é preciso descobri-lo e levá-lo a sério.
Para quem deseja a verdade e busca conformar sua vida ao desígnio de Deus, permanece o convite a se deixar conduzir pela luz da Palavra de Deus e pelo ensinamento da Igreja também no tocante à moral sexual. O 6º mandamento da Lei de Deus (“não pecar contra a castidade”) não foi abolido e significa, positivamente, viver a sexualidade de acordo com o desígnio de Deus.
Por Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo

Papa quer que jovens levem a Cruz da JMJ por todo o Cone Sul


O Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, expressou sua alegria pela chegada da Cruz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) ao país no domingo passado, e afirmou que o Papa Bento XVIquer que os jovens brasileiros a abracem e a levem ao Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai, as nações do Cone Sul da América.

“O Papa está encomendando a vocês, jovens, esta importante missão de serem protagonistas da aventura que é levar a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora a todo o Brasil e o Cone Sul. Portanto, abracem o desejo da Cruz e desenvolvam a alegria de viver e alcançar a felicidade”, afirmou.

O Prelado recordou que a Cruz representa Cristo e que só o Senhor “pode nos dar um novo ânimo à fidelidade na missão porque é Ele quem nos impulsiona a dar testemunho da fé”.

Por sua parte, o Presidente da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Raymundo Damasceno, agradeceu a Bento XVI por escolher o Brasil como sede da JMJ 2013 e disse que a Cruz e o Ícone da Jornada são muito representativos para os jovens.

Dom Damasceno indicou que “até o 2013 viveremos um tempo favorável de evangelização, momento de envolver os jovens na vida da Igreja, de transmitir o patrimônio da fé às novas gerações”.

“Que a juventude eterna de Maria nos anime a perseverar no seguimento de Jesus Cristo. Vocês, jovens, são a esperança do Brasil, os sentinelas do amanhã”, acrescentou.

A Cruz e o Ícone de Nossa Senhora peregrinarão por todo o Brasil e também passarão pelos países do Cone Sul, até o início da JMJ em 2013.

Até o dia 31 de novembro de 2012 as peças peregrinarão por todas as diocese brasileiras. De 1 a 31 de dezembro de 2012 visitará as capitais dos países do Cone Sul.

Fonte: ACI Digital

CNBB promove Seminário Nacional de Liturgia


A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB e a Associação dos Liturgistas do Brasil (ASLI) fazem novo apelo para que se inscrevam e participem do Seminário Nacional de Liturgia que será realizado em Itaici, interior de São Paulo, de 31 de janeiro a 4 de fevereiro. São particularmente convidados: os bispos, principalmente os referenciais de liturgia nos Regionais, os membros da Associação dos Liturgistas do Brasil, os coordenadores regionais da Pastoral Litúrgica, os professores de Liturgia e Teologia Sacramentária nos institutos e faculdades de teologia, e os coordenadores e professores das escolas de formação litúrgica no Brasil.

O Seminário pretende fazer uma releitura da Sacrosanctum Concilium, Constituição sobre a Sagrada Liturgia, no contexto do Vaticano II e nos Documentos Latinoamericanos e tem como objetivo retomar as intuições e a Teologia Litúrgica na SC, nas demais constituições e decretos do Vaticano II e documentos pós-conciliares, no contexto da renovação da liturgia da América Latina e Caribe, à luz de Medellin, Puebla, Santo Domingo e Aparecida, em busca do rosto e do lugar da liturgia na vida e na missão da Igreja como serviço à vida plena em Cristo e ao acontecimento do Reino de Deus.

O principal conferencista do encontro será o professor Andrea Grillo. Formado em Direito em 1985 na Universidade de Gênova, defendeu tese sobre a teoria da lei de Direito e da hermenêutica. Para uma crítica do direito positivo como uma ciência. Completou seus estudos teológicos em Savona, depois em Pádua, na Abadia de St. Giustina, tendo feito o mestrado em Liturgia Pastoral em 1990, com uma tese sobre Ludwig Wittgenstein e a abertura para o horizonte mística da relação entre o imediatismo e a mediação: o silêncio, os jogos de linguagem no ritual. Uma hipótese de leitura em uma perspectiva litúrgica. Formou-se em filosofia em 1993 pela Universidade de Gênova, Filosofia Teórica com uma tese sobre “A Ética de W. Herrmann: entre filosofia e teologia”. Ele recebeu seu doutorado em Liturgia Pastoral em 1994 no ILP de Pádua, com tese sobre a teologia fundamental e a liturgia: A relação entre imediação e mediação na reflexão.

As inscrições podem ser feitas no site da CNBB.

Por CNBB

Votação da PLC 122 será quinta feira próxima, dia 8, dia da Imaculada Conceição


Depois de já ter sido arquivado, o projeto de lei PLC 122, também conhecido como “Brasil sem homofobia”, que criminaliza manifestações contra o homossexualismo, foi trazido de volta ao debate pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que confirmou que o projeto deverá ser votado nesta  na Comissão de Direitos humanos do Senado nesta quinta-feira (8), dia da solenidade da Imaculada Conceição de Maria, fato que gerou indignação da parte de católicos de todo o Brasil.
 
Nesta segunda-feira o site votocatólico.com.br denunciou a nova tentativa da senadora Suplicy de aprovar o PLC 122/2006 e alertou que “devido às dificuldades iniciais de aprovação”, este “sofreu uma revisão em um ponto controvertido: o do direito à liberdade de expressão e das manifestações contra o homossexualismo com base em crenças religiosas e o respeito aos lugares de culto”.

Em uma parte da versão “reformada” do texto lê-se: “julgamos importante introduzir um dispositivo no Substitutivo para excluir do alcance da Lei, os casos de manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião”.
 
“Não podemos ignorar que muitas religiões consideram a prática homossexual uma conduta a ser evitada. Esse pensamento está presente em várias doutrinas que não podem ser ignoradas e desrespeitadas, pois se inserem no âmbito do direito à liberdade religiosa. Nesse aspecto, mesmo firmes no propósito de combater a discriminação, não podemos nos esquecer do princípio da liberdade religiosa, inscrito no inciso VI do art. 5º de nossa Carta Magna, segundo o qual é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”, afirma a versão reformulada do texto.

Porém o texto, mesmo reformulado “segue apresentando problemas no campo trabalhista onde o suposto respeito à orientação sexual levaria a considerar como conduta homofóbica deixar de contratar ou despedir uma pessoa por ser homossexual com pena de reclusão de um a três anos para quem o faça”, denunciou votocatólico.
 
Outro objeto de crítica ao projeto é que se fundamenta na premissa que a “homofobia é, certamente, um mal que aflige de maneira perversa nosso país, reconhecido internacionalmente como um dos que registram os maiores números de assassinatos por orientação sexual”.

“Em 2010, o número de homossexuais assassinados superou 250 casos, segundo informou o Grupo Gay da Bahia (GGB) em seu relatório anual. Esse foi um recorde histórico, pois pela primeira vez o número de homicídios ultrapassou a casa das 200 notificações”, afirma outro trecho do Projeto de Suplicy.

O fato é refutado por analistas como o autor e jornalista brasileiro Olavo de Carvalho que em seu programa True Outspeak rechaça esta informação dizendo que o Brasil é até excessivamente tolerante às manifestações de homossexualismo como as paradas gay e a presença de personagens gays na mídia e que as cifras de assassinatos de homossexuais no contexto de um país onde se registra mais de 40 mil homicídios ao ano podem ser mal interpretadas.  “Não existe perseguição a homossexuais no Brasil!”, reitera Olavo.

Por outro lado, peritos em lei no Brasil como a Dra. Helena Lobo da Costa mostram que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico.

“Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta”, assevera a Dra. Lobo da Costa.

A estratégia da senadora Marta Suplicy contará também com uma campanha nos meios liderada pela Rede Globo com o apoio da ONU. O autor e blogger pró-família Julio Severo lançou no domingo (4) uma denúncia afirmando “a campanha em massa será dirigida ao público durante 15 dias, dando tempo suficiente para Suplicy poder obter da população apoio para a sua ambicionada meta de aprovar a lei federal anti-’homofobia’ (…)”. “A propaganda, que durará 30 segundos, terá como slogan: “Discriminar homossexuais é crime. Cidadania, a gente vê por aqui”, afirma Júlio Severo.

Finalmente, Severo adverte: “Se a população vacilar, o PLC 122 será aprovado, trazendo piores consequências do que as consequências que já estão ocorrendo no Estado de São Paulo, onde em 2001 o PSDB aprovou uma lei estadual anti-“homofobia””, graças à qual “obscenidades homossexuais em público estão protegidas pelo governo estadual”.

Para escrever para os senadores da Comissão de Direitos Humanos no Senado e pedir que se posicionem contra o projeto de Lei segue a lista de seus respectivos endereços eletrônicos:
 
ana.rita@senadora.gov.br;
martasuplicy@senadora.gov.br;
paulopaim@senador.gov.br;
wellington.dias@senador.gov.br
cristovam@senador.gov.br;
crivella@senador.gov.br;
simon@senador.gov.br;
eduardo.amorim@senador.gov.br
garibaldi@senador.gov.br;
sergiopetecao@senador.gov.br;
paulodavim@senador.gov.br;
clovis.fecury@senador.gov.br
mozarildo@senador.gov.br;
gim.argello@senador.gov.br;
magnomalta@senador.gov.br;
marinorbrito@senadora.gov.br


Por ACI Digital

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fundador da Shalom é nomeado para Conselho para Nova Evangelização

O Papa nomeou nesta quarta-feira, 7, como Consultor do 

Moysés Azevedo foi nomeado por Bento XVI como Consultor do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização
Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o fundador e moderador da Comunidade Católica Shalom, Moysés Louro de Azevedo Filho.

Moysés é um consagrado celibatário que há mais de 25 anos empreendeu a fundação da Comunidade Shalom, hoje presente em mais de cinquenta dioceses no Brasil e no mundo.

Foi Presidente da Fraternidade Católica de Comunidades de Vida e Aliança do Brasil e Vice-Presidente da Fraternidade Católica Internacional das Comunidades de Vida e Aliança. Já participou do conselho/diretoria da Executiva Nacional da Renovação Carismática e é membro do Conselho Internacional da Renovação Carismática.

Desde 2007 é Consultor do Pontifício Conselho para os Leigos, Dicastério da Santa Sé responsável pelo acompanhamento e o engajamento dos leigos na Igreja.

Em 2005, participou como auditor, a convite de Bento XVI, do Sínodo dos Bispos sobre a Eucaristia, e em 2007, da V Conferência Episcopal da América Latina em Aparecida, representando os movimentos eclesiais. Em 2008 foi mais uma vez nomeado pelo Papa Bento XVI para participar do Sínodo da Palavra de Deus, em Roma.

Nascido em 04 de novembro de 1959, em Fortaleza no Ceará Brasil, Moysés Louro de Azevedo Filho cresceu em ambiente católico, e desde a adolescência teve engajamento nos grupos de jovens católicos.

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Web Rádio Esperança no Senhor

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