A governadora do Arizona, Jan Brewer, promulgou uma lei que proíbe o aborto quando se alega como pretexto a raça ou o sexo da criança no ventre ou pela raça de seus pais.
“A governadora Brewer acredita que a sociedade tem a responsabilidade de proteger os mais vulneráveis, os não-nascidos”, disse o porta-voz Matthew Benson ao jornal The Arizona Republic. Ela considerou que a legislação é compatível com a “trajetória pró-vida” da governadora.
A nova lei converte em delito grave de classe 3 a prática ou financiamento de um aborto solicitado por motivos de sexo ou raça, com uma pena máxima de três anos e meio da prisão.
Illinois, Oklahoma e Texas já contam com leis que proíbem o aborto seletivo, mas a lei do Arizona é a primeira em proibir o aborto em base à raça, conforme explica o Guttmacher Institute de Nova Iorque.
A senadora estatal Nancy Barto (R-Scottsdale) explicou que algumas culturas “trazem tradições aos Estados Unidos que realmente desafiam os valores da América, incluindo essas culturas nas que os homens têm mais valor que as mulheres”.
Um estudo de 2008 publicado pela Academia Nacional de Ciências e conduzido pelos investigadores Douglas Almond e Lena Edlund encontrou um desequilíbrio na proporção de filhos homens entre pais hindus, chineses, coreanos e asiáticos.
Os investigadores concluíram que esta proporção está vinculada às provas de seleção de sexo na fase pré-natal.
Os abortos seletivos por sexo podem ter efeitos significativos quando se praticam em grande escala. Na China, onde persiste a política do filho único, milhões de homens não encontram mulheres para casar-se em seu grupo de idade devido a que a preferência tradicional pelos filhos homens alentou os pais a abortarem as meninas antes de nascer.
Católicos e protestantes filipinos estão trabalhando juntos na realização de uma Bíblia escrita à mão – escrita, inclusive, pela mão de Bento XVI. Representantes das Igrejas Católica e Protestante, além de representantes da sociedade civil, irão escrever os versículos. A iniciativa se intitula “Que seja uma única Bíblia”.
Dando sua benção ao projeto, o Papa Bento XVI irá escrever, de próprio punho, alguns versículos da Bíblia, cujo objetivo é difundir o amor pela palavra de Deus e promover a fraternidade entre os cristãos. Serão escritos pelo Santo Padre o capítulo 1º, versículo 1º do Gênesis, e o capítulo 22, versículo 21 do Apocalipse.
A iniciativa é da Conferência Episcopal filipina, a qual afirma, em comunicado, que os 35.656 versículos dos 78 livros da Bíblia serão escritos por representantes de vários setores da sociedade: das Igrejas, dos campos, das cidades, dos trabalhadores imigrantes, dos jovens, dos pescadores, do governo, das escolas e das populações indígenas.
A Bíblia será escrita em duas colunas, uma em inglês e outra de acordo com a edição, variando entre as oito línguas nativas coexistentes no país. (ED)
A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou o programa dos três dias da beatificação do Papa João Paulo II, que será no domingo 1º de maio, quando Karol Wojtyla será elevado aos altares.
Na apresentação, o Vigário do Papa para a diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini, detalhou o programa dos três dias de celebração que começarão no sábado 30 de abril com uma Vigília de Oração no Circo Massimo.
A celebração estará dividida em duas partes. A primeira dedicada à recordação das palavras e dos gestos do Papa João Paulo II. Logo em seguida haverá uma solene procissão na que se entronizará a imagem de Maria, “Salus Populi Romani”, acompanhada por representantes de todas as paróquias e capelanias diocesanas.
Durante o ato alguns colaboradores de Karol Wojtyla, como o Cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi seu secretário particular, e Joaquín Navarro-Valls, ex-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sede farão um breve discurso. Também participará a Irmã Marie Simon-Pierre, cuja milagrosa cura abriu o caminho para a beatificação. Ao final desta primeira parte se cantará o hino “Totus tuus”, composto para o 50º aniversário da ordenação sacerdotal de João Paulo II.
A segunda parte do evento se centralizará na celebração dos Mistérios Luminosos do Santo Rosário introduzidos por João Paulo II. Depois do canto “Abram as portas a Cristo”, do novo bem-aventurado, o Cardeal Vigário Agostino Vallini fará uma síntese da personalidade espiritual e pastoral do Papa. Após esta intervenção, os participantes em conexão direta via satélite com cinco santuários marianos em todo o mundo, rezarão o terço.
Cada um dos Mistérios estará ligado a uma intenção de João Paulo II meditados nas vigílias simultâneas que serão celebradas em vários santuários ao redor do mundo.
No santuário de Lagniewniki, em Cracóvia (Polônia), a intenção será a juventude; no santuário Kawekamo-Bugando (Tanzânia), a família; no santuário de Nossa Senhora do Líbano – Harissa (Líbano), a evangelização; na basílica de Santa Maria de Guadalupe, Cidade do México, a esperança e a paz das nações e no Santuário de Fátima, a Igreja.
Na conclusão, Bento XVI, em conexão via satélite desde o Vaticano, rezará a oração final e concederá a bênção apostólica a todos os participantes. Durante toda a noite permanecerão abertas na cidade de Roma para a oração as seguintes igrejas: Santa Inês em Agone, na Praça Navona; São Marcos no Campidoglio; Santa Anastásia; Santíssimo Nome de Jesus na Argentina; Santa Maria em Vallicella; São João dos Florentinos; Santo André della Valle; São Bartolomeu na Ilha Tiberina.
No dia 1º de maio, domingo da Divina Misericórdia, na Praça São Pedro às 10 da manhã, hora de Roma, o Papa Bento XVI presidirá a Santa Missa de Beatificação de João Paulo II, que será precedida por uma hora de preparação na qual se rezará o Terço da Divina Misericórdia, devoção introduzida por Santa Faustina Kowalska, e muito apreciada pelo Papa João Paulo II e terminará com uma invocação à misericórdia no mundo, com o canto “Jezu ufamTobie”, que quer dizer “Jesus confio em vós”.
Seguirá a Santa Missa com os textos do domingo da Oitava de Páscoa. Depois da fórmula de beatificação, quando for descoberta a imagem do saudoso pontífice, será cantado em latim o Hino do Bem-aventurado.
Na segunda-feira, 2 de maio o Secretário de Estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, presidirá às 10 horas a Missa de Ação de Graças pela Beatificação na Praça São Pedro.
Esta Eucaristia será a primeira celebrada em honra do novo bem-aventurado. Os textos serão os da Missa do Beato João Paulo II. A celebração será animada pelo Coro da Diocese de Roma, com a participação do Coro de Varsóvia e da Orquestra Sinfônica de Wadowice (Polônia).
O Padre Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sede, explicou que na sexta-feira, 29 de abril pela tarde se transladará o caixão do beato Papa Inocêncio XI – que se encontra na Capela São Sebastião da Basílica Vaticana-, ao altar da Transfiguração, para deixar seu lugar para o corpo de João Paulo II.
Na mesma manhã, o caixão do Pontífice – que não será aberto – será transladado para diante do túmulo de São Pedro, nas grutas vaticanas. Na manhã do 1º de maio, será levado diante do altar da Confissão da basílica.
Terminada a cerimônia de beatificação, o Papa e os cardeais concelebrantes se dirigirão ao altar da Confissão da basílica e rezarão uns instantes diante do corpo do novo bem-aventurado. Na parte da tarde do mesmo dia, as pessoas que o desejarem poderão venerar os restos de João Paulo II.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu na semana passada o status “amicus curiae”, de consultora ou amiga do tribunal, do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso de uma decisão que pode reconhecer a união civil entre pessoas do mesmo sexo no Brasil. O STF julga uma ADPF - Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental - 132 apresentada pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, em que pede um posicionamento da Justiça para um impasse que reconhece os direitos de um casal homossexual em que um deles é servidor no estado.
No final de março, a entidade solicitou por meio de uma petição, o direito de falar sobre o assunto antes da decisão da corte. O ministro Ayres Brito (foto), relator da matéria, deferiu o pedido em que permite que a entidade religiosa argumente contra o casamento gay no STF. “Ante a relevância da matéria e a representatividade da peticionante, defiro a inclusão no processo, na qualidade de amicus curiae, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil”, afirmou o ministro em seu despacho.
Em dois encontros anteriores para decidir sobre a ADPF, quatro ministros votaram a favor da matéria e dois contra. O colegiado, que é a mais alta instância do Judiciário brasileiro, é formado por 11 ministros e a decisão final não cabe recurso, transformando em jurisprudência em todo o país.
Uma das potencialidades turísticas do Sertão paraibano está na rica religiosidade popular.
Em cada cidade é possível encontrar uma referência religiosa que serve de visita para romeiros e turistas interessados em conhecer um pouco mais sobre a cultura local. Em Patos, às margens da BR 230, talvez esteja o mais representativo desses pontos. O Santuário da Cruz da Menina é hoje um local de peregrinação que atrai milhares de visitantes a cada ano, espalhando a fama do episódio ocorrido ali tempos atrás e fazendo de Patos o epicentro religioso da região.
No ano de 1923, um casal de retirantes de passagem por Patos confiou a adoção de uma das filhas a uma tradicional família patoense. Depois de muito sofrimento, ocasionados pelos maus-tratos e espancamentos constantes, a criança veio morrer. O pai adotivo, então, resolveu ocultar o cadáver em um local ermo, próximo à sede da cidade. Descoberto o crime, a população construiu uma cruz; e, hoje, o município transformou o local do achado macabro em um importante centro de romarias, que representa um dos mais importantes centros turísticos religiosos do Estado.
Conta a história que um agricultor fez uma promessa à menina, pois havia uma grande seca assolando a região, para que fosse encontrada água a fim de matar a sede dos animais que já morriam nos pastos. Ele orou para que no chão de sua propriedade jorrasse água, o que teria acontecido tempos depois. O acontecimento, tido como um autêntico milagre, foi retribuído com a construção da capela que hoje serve de templo de orações à menina Francisca.
A capela se transformou num grande templo de orações. À margem da estrada que liga Patos à Pombal, pela rodovia BR- 230, encontra-se o santuário conhecido popularmente como “A Cruz da Menina”, local de permanentes romarias, e atração turística, beneficiado com a construção de um moderno parque constituído de cobertura de alumínio (sobre a capela erguida em memória do trágico fato ocorrido em 1923), salas de ex-votos, casa das velas, altar externo, ao pé de uma cruz com 10 metros, lanchonete, lojas de “souvenir”, teatro de arena, passarelas e jardins.
O dia 22 de outubro foi escolhido para celebração em memória de João Paulo II na Diocese de Roma e nas dioceses da Polônia.
Confira a íntegra do decreto
Para o culto litúrgico e prestação de homenagem em honra ao Beato João Paulo II
Em caráter excepcional, reconhecida por toda a Igreja Católica espalhada por toda a terra é a beatificação do Venerável João Paulo II, de feliz memória, que acontecerá na Praça São Pedro, em Roma, presidida pelo Santo Padre Bento XVI.
Em vista de tal extraordinariedade, foi recebido numerosos pedidos sobre o culto litúrgico em honra do novo beato. Segundo pontos e formas estabelecidas pela lei, esta Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos comunica a disposição destes pedidos.
Se dispõe que no ano sucessivo à beatificação de João Paulo II, até o dia 1º de maio de 2012, seja possível celebrar uma Santa Missa em Ação de Graça nos lugares e dias significativos. A responsabilidade de estabelecer o dia ou os dias, como também o lugar e os lugares de encontro do povo de Deus, compete ao bispo diocesano para a sua diocese. Consideradas as necessidades físicas e as conveniências pastorais, se concede a possibilidade de celebrar uma Santa Missa em honra ao novo beato em um domingo durante o ano como também em um dia entre 10 e 13, da tabela dos dias litúrgicos.
Do mesmo modo, para as famílias religiosas compete ao Superior Geral oferecer indicações sobre os dias e lugares significativos para toda a família religiosa.
Para a Santa Missa, haverá a possibilidade de cantar o Glória, recolhimento da coleta em honra ao beato. Já as outras orações, o prefácio, as antífonas e leituras bíblicas são extraídas em comunhão com os pastores para a memória de um Papa.
Se ocorrer num domingo durante o ano, para as leituras bíblicas, se poderá escolher textos adequados pela Comunidade dos pastores para a primeira leitura, Salmo responsorial e ao Evangelho.
As inscrições do novo Beato nos Calendários particulares
Se dispõe que, no Calendário próprio da Diocese de Roma e das dioceses da Polônia, a celebração do Beato João Paulo II, seja registrada no dia 22 de outubro e celebrada, a cada ano, como memória.
Sobre os textos litúrgico, se concede como própria a oração da comunidade e a segunda leitura do Oficio das leituras, com seu responsório. Os outros textos são escolhidos na Comunhão de pastores, para a memória de um Papa.
Quanto aos outros Calendário próprios, a requisição da memória facultativa do Beato João Paulo II poderá ser apresentada pela Congregação das Conferências dos Bispos para o seu território, pelo Bispo para a sua diocese e pelo Superior Geral para a sua família religiosa.
Dedicação de uma igreja a Deus em honra ao novo beato
A escolha do Beato João Paulo II como titular de uma igreja prevê induto da Sede Apostólica (cf.Ordo dedicationis ecclesiae, Praenotanda, nº 4), exceto quando já esteja inscrita no calendário particular: neste caso, não é necessário o induto, pois na igreja na qual ele é titular, está reservado para o grau de festa (cf. Congregatio de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum, Notificatio de cultu Beatorum, 21 de maio de 1999, nº 9).
Não obstante qualquer disposição em contrário.
Da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, 2 de abril de 2011
Por incrível que pareça essa pergunta é frequentemente feita a nós sacerdotes: “O padre se confessa, precisa seconfessar? “Com quem o sacerdote se confessa”?”Ser ministro do Sacramento da Reconciliação não nos deixa isentos das fraquezas e de infelizmente cairmos no pecado. O sacerdote como fiel adulto necessita e deve se confessar, vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica: §1457 Conforme mandamento da Igreja, “todo fiel, depois de ter chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar seus pecados graves, dos quais tem consciência, pelo menos uma vez por ano”. Certas pessoas pensavam que: o padre confessa com o Bispo, o Bispo com o Papa, tá bom e o Papa confessa com quem? O Papa tem o seu confessor, que até pouco tempo era um frade Capuchinho. Tem gente que até pensava que o padre se confessava com o espelho, não o padre não pode se absolver, ele sempre procura outro padre para se confessar.
Todos os anos os sacerdotes da Diocese de Lorena juntamente com o seu Bispo Dom Benedito Beni dos Santosparticipamos de uma manhã de espiritualidade em preparação dos Sacerdotes para A Semana Santa e Páscoa. Depois de uma reflexão muito profunda Dom Beni preside uma celebração penitencial onde os 60 padres se confessam uns com os outros. Eu me confessei com o Pe Marcos da Canção Nova e é bonito de ver, todos aqueles homens de Deus confessando, ora um usava a estola, ora o outro usava e perdoava os pecados. Graças a Deus padre também se confessa e experimenta a vida Nova em Cristo pelo Sacramento da reconciliação e damisericórdia.
Ouça esta formação na integra:
Porque é que Cristo instituiu os sacramentos da Penitência?
§1421 O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restituiu-lhe a saúde do corpo, quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros. É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o sacramento da Penitência e o sacramento da Unção dos Enfermos.
Porque existe um sacramento da Reconciliação depois do Batismo?
§1426 - 1425 Entretanto, a nova vida recebida na iniciação cristã não suprimiu a fragilidade e a fraqueza da natureza humana, nem a inclinação ao pecado, que a tradição chama de concupiscência, que continua nos batizados para prová-los no combate da vida cristã, auxiliados pela graça de Cristo. É o combate da conversão para chegar à santidade e à vida eterna, para a qual somos incessantemente chamados pelo Senhor.
Quando foi instituído este sacramento?
§1446 Cristo instituiu o sacramento da Penitência para todos os membros pecadores de sua Igreja, antes de tudo para aqueles que, depois do Batismo, cometeram pecado grave e com isso perderam a graça batismal e feriram a comunhão eclesial. E a eles que o sacramento da Penitência oferece uma nova possibilidade de converter-se e de recobrar a graça da justificação. Os Padres da Igreja apresentam este sacramento como “a segunda tábua (de salvação) depois do naufrágio que é a perda da graça”.
§1485 O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento quando, na tarde de Páscoa, se mostrou aos Apóstolos e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos” (Jo20, 22-23).
Quais os elementos essenciais do sacramento da Reconciliação?
§1440 – 1449 São dois: os atos realizados pelo homem que se converte sob a ação do Espírito Santo e a absolvição do sacerdote, que em Nome de Cristo concede o perdão e estabelece a modalidade da satisfação.
Quais são os atos do penitente?
§1491 O sacramento da Penitência é constituído de três atos do penitente e da absolvição dada pelo sacerdote. Um diligente exame de consciência; a contrição (ou arrependimento), que é perfeita, quando é motivada pelo amor a Deus, e imperfeita, se fundada sobre outros motivos, e que inclui o propósito de não mais pecar; aconfissão, que consiste na acusação dos pecados feita diante do sacerdote; asatisfação, ou seja, o cumprimento de certos atos de penitência, que o confessor impõe ao penitente para reparar o dano causado pelo pecado.
Que pecados se devem confessar?
§1456 Devem-se confessar todos os pecados graves ainda não confessados, dos quais nos recordamos depois dum diligente exame de consciência. A confissão dos pecados graves é o único modo ordinário para obter o perdão.
Quem é o ministro deste sacramento?
§1446 –1466 -1495 Cristo confiou o ministério da reconciliação aos seus Apóstolos, aos Bispos seus sucessores e aos presbíteros seus colaboradores, os quais, portanto se convertem em instrumentos da misericórdia e da justiça de Deus. Eles exercem o poder de perdoar os pecados no Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Quais são os efeitos deste sacramento?
§1468 Os efeitos deste sacramento “Toda a força da Penitência reside no fato de ela nos reconstituir na graça de Deus e de nos unir a Ele com a máxima amizade.” Portanto, a finalidade e o efeito deste sacramento é a reconciliação com Deus. Os que recebem o sacramento da Penitência com coração contrito e disposição religiosa “podem usufruir a paz e a tranqüilidade da consciência, que vem acompanhada de uma intensa consolação espiritual”. Com efeito, o sacramento da Reconciliação com Deus traz consigo uma verdadeira “ressurreição espiritual”, uma restituição da dignidade e dos bens da vida dos filhos de Deus, entre os quais o mais precioso é a amizade de Deus (Cf. Lc 15,32).
§1449A fórmula da absolvição em uso na Igreja latina exprime os elementos essenciais deste sacramento: o Pai das misericórdias é a fonte de todo perdão. Ele opera a reconciliação dos pecadores pela páscoa de seu Filho e pelo dom de seu Espírito, por meio da oração e ministério da Igreja:
Deus, Pai de misericórdia, que, pela Morte e Ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Obrigado Senhor pela Sua infinita misericórdia, criastes os Sacramentos da Ordem e da Confissão. Grande oportunidade de experimentar o perdão e voltar à amizade Contigo.