segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Bispos latino-americanos incentivam luta contra corrupção

Os presidentes dos Episcopados da Colômbia, Equador, Peru e Venezuela pediram às autoridades que fortaleçam as relações entre estes países e combatam o narcotráfico e a corrupção, que são “os piores flagelos que sofrem nossos povos”.

Em um comunicado, os presidentes dos Episcopados do Equador, Dom Antonio Arregui; da Colômbia, Dom Rubén Salazar; do Peru, Dom Miguel Cabrejos; e da Venezuela, Dom Ubaldo Santana, expressaram também sua preocupação pela extensão da violência e o desprezo pela vida humana.

Os bispos convidaram os católicos a colaborar na consecução da justiça, da liberdade, da fraternidade e da paz entre os povos. O texto também exortou as autoridades a seguirem avançando na integração regional através do diálogo, da diplomacia e da mútua cooperação, “superando os pragmatismos e os conflitos ideológicos”.

Por sua vez, afirmaram, “renovamos nosso compromisso com a marcha atual e futura de nossas nações na perspectiva de um desenvolvimento integral e de um genuíno humanismo cristão”.

Depois de recordar as raízes cristãs de seus países, os bispos afirmaram que a Missão Continental “abre um novo horizonte evangelizador para a Igreja” na América Latina.

O comunicado informou ainda que, no encontro, foram delineadas “algumas orientações comuns para a atenção pastoral junto aos migrantes e refugiados, especialmente nas zonas fronteiriças”.

“Aproveitamos esta ocasião para fazer chegar uma mensagem de solidariedade àqueles que, em amplas regiões de nosso continente, foram afetados pelas persistentes chuvas das últimas semanas”.

“A Igreja, através de suas instituições caritativas, quer tornar efetiva sua presença e ajuda a todas as vítimas desta emergência. Elevamos nossa oração pelos que perderam a vida e manifestamos nossa proximidade, com uma palavra de consolo e de esperança, aos seus familiares e entes queridos”, destacam ainda os bispos.

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Paquistão: religiosos pedem modificações na lei sobre blasfêmia

A lei sobre a blasfêmia é discriminatória e é utilizada para resolver as próprias disputas pessoais". Essa situação foi evidenciada durante seminário organizado em 2 de dezembro pelo Centro de Estudos Laicos Jinnah Institute, de Islamabad, capital do Paquistão. 

O intuito do encontro é formular um pedido para o governo, no sentido de que faça modificações na lei da blasfêmia, tendo como catalisador o recente caso de Asia Bibi. Estavam presentes líderes religiosos cristãos e muçulmanos, representantes de organizações não governamentais e membros da sociedade civil. 

Durante o encontro, os participantes discutiram a proposta de lei apresentada à Assembléia Nacional pelo ex-ministro da Informação, Sherry Rehmanil. A proposta consiste na modificação das seções 295 A e C do Código Penal paquistanês, e da 298 do Código de Procedimento Penal. Com as mudanças, seria mais viável garantir a todos os cidadãos direitos iguais de tutela constitucional, evitando-se os erros frequentes de interpretação no que diz respeito à blasfêmia. 

O Arcebispo de Islamabad, Dom Rufin Anthony, disse que a definição atual de blasfêmia é muito vaga, e leva obrigatoriamente à pena de morte, segundo a seção 295C do Código Penal.

A lei também foi criticada pelo estudioso de religião muçulmana, Javed Ahmad Ghamdi, a qual, segundo ele, acaba em constantes discriminações, principalmente contra as minorias. 

De acordo com dados da Comissão Nacional Justiça e Paz da Igreja Católica, de 1986 a 2009, pelo menos 964 pessoas foram incriminadas sob acusação de terem profanado o Alcorão ou difamado o profeta Maomé. Entre estes, 479 eram muçulmanos, 119 cristãos, 340 ahmadi, 14 hinduístas e os outros 10 de religiões diversas. 

A lei da blasfêmia dá margens a ataques e vinganças pessoais e homicídios extrajudiciais.

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Justiça suspende liminar que proibia médico de fazer ortotanásia

Depois de mais de três anos de debates nos meios jurídicos e médicos e na sociedade, a Justiça Federal revogou a liminar que suspendia a regulamentação da ortotanásia no país. O procedimento médico, que consiste na suspensão de tratamentos invasivos que prolonguem a vida de pacientes em estado terminal, foi regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em novembro de 2006.

O juiz Roberto Luis Luchi Demo, da 14ª Vara Federal, julgou improcedente o pedido do Ministério Público Federal (MPF), que considerava a medida inconstitucional. A decisão será publicada esta semana no Diário Oficial da União, segundo o Conselho Federal de Medicina.

Leia mais
.: Eutanásia, ortotanásia e distanásia. Qual a diferença?

A ortotanásia só pode ser realizada quando não é mais possível a cura do paciente. Para fazê-la, o médico precisa ter autorização do próprio paciente ou de sua família, em caso de incapacidade do primeiro. Essa conduta médica é considerada ética e tem manifestações favoráveis da Igreja Católica. A morte, em 2005, do papa João Paulo II, é um dos exemplos mais conhecidos de ortotanásia.

No Brasil, o exemplo mais famoso é a morte do ex-governador de São Paulo Mário Covas, em 2001, que levou o estado a ser o único do país a aprovar uma lei garantindo o direito do cidadão a uma morte digna. Covas teve um câncer reincidente na bexiga e preferiu passar os últimos momentos de vida na companhia da família, recebendo apenas tratamento paliativo.

Segundo o presidente do CFM, Roberto d’Avila, a liminar que suspendeu a regulamentação da ortotanásia no país, há três anos, era reflexo do desconhecimento da sociedade sobre sua prática, confundida com outras tipificadas como crime, como a eutanásia, quando a morte de paciente terminal é provocada. “O lado bom foi que isso fez com que discutíssemos mais profundamente o assunto com toda a sociedade.”

Ele disse ser importante esclarecer que existe um grupo de pacientes em que a cura não é mais possível. “Nesses casos, o doente continua sendo acolhido, mas pode optar por tratamento paliativo, com uso de sedativos e analgésicos em quantidades adequadas, no lugar de procedimentos que não lhe trariam benefícios e poderiam prolongar a morte com dor.”

A revogação da liminar ocorreu depois que o próprio Ministério Público Federal revisou a ação inicial e reconheceu que ela deveria ser acolhida. Segundo argumentação da procuradora Luciana Loureiro Oliveira, a ortotanásia não constitui crime de homicídio, ao contrário da eutanásia, e o CFM tem competência para editar a resolução que a regulamenta, “que não versa sobre direito penal e, sim sobre ética médica e consequências disciplinares”.

Para d’Avila, a decisão da Justiça foi um avanço da compreensão da sociedade sobre o tema. Além disso, retira a insegurança criada nos médicos que viram uma conduta moral na medicina sendo tratada, temporariamente, como ato ilegal. “É um processo que a própria sociedade acaba exigindo de nós. Por isso, os médicos vinham sendo orientados a sempre conversar e preservar a autonomia de seus pacientes.”

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MCCE promove Corrida contra Corrupção na Esplanada dos Ministérios

A Esplanada dos Ministérios será o local da 1ª Corrida contra a Corrupção, que acontece no dia 12, em Brasília. O evento pretende estimular a população sobre a importância do controle social para fiscalizar e exigir transparência no uso do dinheiro público.

A iniciativa é a primeira ação do projeto “Venceremos a Corrupção”, que conta com o apoio das organizações não governamentais Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Contas Abertas, o Instituto de Fiscalização e Controle (IFC) e a Comunidade de Inteligência Policial e Análise Evidencial (Cipae) em parceria com várias outras entidades. O projeto piloto será em Brasília, mas a partir do próximo se estenderá a todas as capitais brasileiras.

Com a proximidade do Dia Mundial de Combate à Corrupção, comemorado no dia 9 de dezembro, a ideia é chamar a atenção de toda a sociedade brasileira para permanecer mobilizada na luta contra a corrupção no Brasil.

De acordo com um dos idealizadores do projeto, Duque Dantas, novas ações estão sendo elaboradas para o ano que vem. Uma delas é o fortalecimento dos índices de transparência nas instituições. “Já é obrigado por lei que municípios de no mínimo 50 mil habitantes tenham um portal de transparência em seu site. O projeto pretende mobilizar a sociedade para que todos esses municípios sejam cobrados pela sua própria população”, disse.

“Outra ação é capacitar as entidades organizadas para saber exatamente o que cobrar da prefeitura quanto à transparência e anticorrupção”, completou. Segundo Dantas, o IFC já trabalha com ONGs municipais que, entre outras atividades, trabalham na capacitação da população nesse sentido. Outras 112 ONGs são vinculadas ao Instituto.


Corrida contra a Corrupção
O evento vai contar com três percursos diferentes. Todos serão na Esplanada dos Ministérios e o ponto de encontro inicial é o Congresso Nacional. Os participantes poderão optar pelo circuito de 10 quilômetros com largada na Esplanada dos Ministérios subindo até o Memorial JK e retornando à Esplanada para a bandeirada final.

A segunda opção é a prova de cinco quilômetros que faz a volta na Rodoviária do Plano Piloto e retorna para a Esplanada. Já a terceira opção será uma caminhada de aproximadamente 1.500 metros, que visa reunir adultos e crianças em uma confraternização com objetivo de mostrar que a sociedade deve continuar mobilizada para combater a corrupção em todos os níveis.

As inscrições estão sendo realizadas no site www.venceremosacorrupcao.net.br

O custo é de R$30,00.  O evento premiará todos que cruzarem a linha de chegada com medalhas de participação além de troféus e medalhas para os primeiros colocados em cada categoria.


Dia Mundial de Combate à Corrupção
O dia 9 de dezembro foi instituído em 2003 pela Assembleia Geral das Nações Unidas como Dia Internacional contra a Corrupção. A data se refere à convenção da ONU assinada por 110 países que se comprometiam a cooperar para rastrear e recuperar dinheiro e bens desviados, assim como criminalizar o suborno e a lavagem de dinheiro, entre outros aspectos.

No entanto, a convenção entrou em vigor internacionalmente apenas em maio de 2005. No Brasil, o texto passou a valer com força de lei apenas em 2006.

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domingo, 5 de dezembro de 2010

Exército fica no Complexo do Alemão e subirá morro, diz Jobim

As forças de ocupação no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, permanecerão na comunidade por prazo indeterminado e o comando da operação ficará a cargo das Forças Armadas.

O anúncio foi feito neste sábado, 4, pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e pelo governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), após reunião em que fizeram um balanço das operações.

"O comando é do Exército, sendo que os efetivos estaduais, civis e militares terão seus comandantes intermediários", disse Jobim em entrevista coletiva.

Até agora, segundo Jobim, o Exército fazia a proteção do perímetro. O patrulhamento e ocupação da área era função das autoridades estaduais. Isso agora muda.

"A mudança fundamental é que sobe o morro", resumiu o ministro.

Com o apoio das Forças Armadas e da Polícia Federal, as polícias Civil e Militar do Estado do Rio ocuparam o Complexo do Alemão no último domingo, 28.

O período da presença das forças na comunidade não foi fixado. "A necessidade é o que define a presença e não uma data fixada", disse Jobim.

Chegou a ser anunciado pelo governo do Rio que elas se manteriam no Complexo do Alemão até a implantação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

A ocupação ocorreu após uma série de atentados na cidade, que resultaram em inúmeros veículos queimados.



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Como você corrige as pessoas?

O que não se pode fazer por amor, não se obté    por outros meios...                                                                                                                   Como você corrige seu filho, seu esposo, sua esposa, seu empregado, seu colega, seu subordinado de modo geral? É um dever e uma necessidade corrigir aqueles a quem amamos, mas isso precisa ser feito de maneira correta. Toda autoridade vem de Deus e em Seu nome deve ser exercida; por isso, com muito jeito e cautela.
Não é fácil corrigir uma pessoa que erra; apontar o dedo para alguém e dizer-lhe: "Você errou!", dói no ego da pessoa; e se a correção não for feita de modo correto pode gerar efeito contrário. Se esta for feita inadequadamente pode piorar o estado da pessoa e gerar nela humilhação e revolta. Nunca se pode, por exemplo, corrigir alguém na frente de outras pessoas, isso  o deixa humilhado, ofendido e, muitas vezes, com ódio de quem o corrigiu. E, lamentavelmente, isso é muito comum, especialmente por parte de pessoas que têm um temperamento intempestivo (conhecidas como "pavio curto") e que agem de maneira impulsiva. Essas pessoas precisam tomar muito cuidado, porque, às vezes, querendo queimar etapas, acabam queimando pessoas. Ofendem a muitos.
Quem erra precisa ser corrigido, para seu bem, mas com elegância e amor. Há pais que subestimam os filhos e os tratam com desdém, desprezo. Alguns, ao corrigi-los, o fazem com grosseria, utilizando palavras ofensivas e marcantes. O pior de tudo é quando chamam a atenção dos filhos na presença de outras pessoas, irmãos ou amigos, até do (a) namorado (a). Isso os humilha e os faz odiar o pai e a mãe. Como é que esse (a) filho (a), depois, vai ouvir os conselhos desses pais? O mesmo se dá com quem corrige um empregado ou subordinado na frente dos outros. É um desastre humano!
Gostaria de apontar aqui três exigências para corrigir bem uma pessoa:
Nunca corrigir na frente dos outros.
Ao corrigir alguém, deve-se chamá-lo a sós, fechar a porta da sala ou do quarto, e conversar com firmeza, mas com polidez, sem gritos, ofensas e ameaças, pois este não é o caminho do amor. Não se pode humilhar a pessoa. Mesmo a criança pequena deve ser corrigida a sós para que não se sinta humilhada na frente dos irmãos ou amigos. Se for adulto, isso é mais importante ainda. Como é lamentável os pais ou patrões que gritam corrigindo seus filhos ou empregados na frente dos outros! Escolha um lugar adequado para corrigir a pessoa.
Gostaria de lembrar que a Igreja, como boa Mãe, garante-nos o sigilo da Confissão, de maneira extrema. Se o sacerdote revelar nosso pecado a alguém, ele pode ser punido com a pena máxima que a instituição criada por Cristo pode aplicar: a excomunhão. Isso para proteger a nossa intimidade e não permitir que a revelação de nossos erros nos humilhe. E nós? Como fazemos com os outros? Só o fato de você dar a privacidade à pessoa a ser corrigida, ao chamá-la a sós, ela já estará mais bem preparada para a correção a receber, sem odiá-lo.
Escolha o momento certo.
Não se pode chamar a atenção de alguém no momento em que a pessoa errada está cansada, nervosa ou indisposta. Espere o melhor momento, quando ela estiver calma. Os impulsivos e coléricos precisam se policiar muito nesses momentos porque provocam tragédias no relacionamento. Com o sangue quente derramam a bílis – às vezes mesmo com palavras suaves – sobre aquele que errou e provocam no interior deste uma ferida difícil de cicatrizar. Pessoas assim acabam ficando malvistas no seu meio. Pais e patrões não podem corrigir os filhos e subordinados dessa forma, gritando e ofendendo por causa do sangue quente. Espere, se eduque, conte até 10 dez, vá para fora, saia por um tempo da presença do que errou; não se lance afoito sobre o celular para o repreender “agora”. Repito: a correção não pode deixar de ser feita; a punição pode ser dada, mas tudo com jeito, com galhardia. Estamos tratando com gente e não com gado.
Use palavras corretas.
Muitas vezes, um "sim" dito de maneira errada é pior do que um "não" dito com jeito. Antes de corrigir alguém, saiba ouvi-lo no que errou; dê-lhe o direito de expor com detalhes e com tempo o que fez de errado, e por que fez aquilo errado. É comum que o pai, o patrão, o amigo, o colega, precipitados, cometam um grave erro e injustiça com o outro. O problema não é a correção a aplicar, mas o jeito de falar, sem ofender, sem magoar, sem humilhar, sem ferir a alma.
Eu era professor em uma faculdade, e um dos alunos veio me dizer que perdeu uma das provas e que não podia trazer atestado médico para justificar sua falta. Ter que fazer uma prova de segunda chamada, apenas para um aluno, me irritava. Então, eu lhe disse que não lhe daria outra prova. Quando ele insistiu, fui grosseiro com ele, até que ele pôde se explicar: "Professor, é que eu uso um olho de vidro e, no dia da sua prova, o meu olho de vidro caiu na pia e se quebrou; por isso eu não pude fazê-la". Fiquei com "cara de tacho" e lhe pedi mil desculpas.
Nunca me esqueci de uma correção que o meu pai nos deu quando meus oito irmãos e eu éramos ainda pequenos. De vez em quando nós nos escondíamos para fumar longe dele. Nossa casa tinha um quintal grande e um pequeno quarto no fundo; lá nós nos reuníamos para fumar.
Um dia, nosso pai nos pegou fumando; foi um desespero… Eu achei que ele fosse dar uma surra em cada um de nós; mas não, me lembro exatamente até hoje, depois de quase cinquenta anos, da bela lição que ele nos deu. Lembro-me bem: nos reuniu no meio do quintal, em círculo, depois pediu que lhe déssemos um cigarro; ele o pegou, acendeu-o, deu uma tragada e soprou a fumaça na unha do dedo polegar, fazendo pressão, com a boca quase fechada.
Em seguida, mostrou a cada um de nós a sua unha amarelada pela nicotina do cigarro. E começou perguntando: "Vocês sabem o que é isso amarelo? É veneno; é nicotina; isso vai para o pulmão de vocês e faz muito mal para a saúde. É isso que vocês querem?" Em seguida ele não disse mais nada; apenas disse que ele fumava quando era jovem, mas que deixou de fazê-lo para que nós não aprendêssemos algo errado com ele. Assim terminou a lição; não bateu em ninguém nem xingou ninguém; fomos embora. Hoje nenhum de meus irmãos fuma; e eu nunca me esqueci dessa lição. São Francisco de Sales, doutor da Igreja, dizia que "o que não se pode fazer por amor, não deve ser feito de outro jeito, porque não dá resultado". E se você magoou alguém corrigindo-o grosseiramente, peça-lhe perdão logo; é um dever de consciência.

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Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor:www.cleofas.com.br m por outros meios...

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