sábado, 28 de agosto de 2010

Marcha contra a violência marca 30 dias da morte do seminarista Mário Dayvit

No próximo dia 4, a Coordenação Diocesana de Pastoral, a Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz, a Pastoral da Comunicação Diocesana, o Seminário Arquidiocesano Santo Antônio e a paróquia São Pantaleão, todos situados em São Luiz (MA), farão uma marcha lembrando os 30 dias do assassinato do seminarista Mário Dayvit.

O seminarista foi morto na noite do dia 4, quando saía de casa, na Rua São Pantaleão, Centro de São Luiz. Ele estava acompanhado da avó, com quem morava. Mário foi morto com tiros altura dos pulmões e coração.

Leia abaixo a carta enviada pelos organizadores do evento:

Marcha contra a Violência Urbana e pela Revitalização de São Luís

Dia 4 de agosto, às 16.00h

Concentração na frente da Igreja da Sé

Reviveremos o trigésimo dia do assassinato do seminarista Mário Dayvit, cuja vida foi barbaramente tirada, na porta da casa de seus pais, quando se encontrava em companhia de sua avó.

Mário era um jovem de grandes sonhos, com sua ordenação ao diaconato marcada para o dia 4 de fevereiro do próximo ano. Conhecido pela sua dedicação à Igreja Católica, Mário respondia, com muita responsabilidade, pelo serviço de comunicação da Arquidiocese de São Luís.

Esta tragédia que aconteceu com Mário, como com tantos outros jovens que morrem, diariamente, é o clamor para que nos unamos em torno de um Projeto de Cultura da Paz.

A violência presente em nossas ruas do Centro de São Luís, intimamente ligada ao abandono do Centro Histórico, ao esvaziamento de suas ruas e casarões, exige uma tomada de posição concreta das autoridades, que vêm sendo cobradas, a cada dia, pela mídia local, entidades da sociedade civil e pela Igreja Católica.

Nós queremos vida e segurança para todos, a partir do Centro Histórico da Capital do Maranhão, São Luís, reconhecida como Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO, mas que não está no centro da atenção e dos cuidados dos órgãos públicos da Prefeitura e do Governo do Estado.

Venha participar dessa Marcha da Paz, trazendo faixas de apelo por uma sociedade de paz e denúncia de violências em nossas comunidades.

Divulgue este ato e anime sua comunidade a se fazer presente no dia 4 de agosto, às 16.00h

Percurso: Concentração em frente da Igreja da Sé, em direção ao Tribunal de Justiça; rua Grande; rua do Passeio; Cajazeiras, rua de São Pantaleão, finalizando a caminhada da paz na Igreja de São Pantaleão, onde acontecerá a Celebração da Missa de Trigésimo, às 18.00h, em memória de Mário Dayvit e de todas as vítimas da violência.

Celebração da Missa de Trigésimo, às 18.00h,
em memória de Mário Dayvit e de todas as vítimas da violência.

Coordenação Diocesana de Pastoral
Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz
PASCOM Diocesana
Seminário Arquidiocesano Santo Antonio
Paróquia São Pantaleão

Diocese de Jacarezinho celebra a Ordenação Episcopal de dom Mário Antonio da Silva

A diocese de Jacarezinho (PR) celebrou, no dia 22, a Ordenação Episcopal de dom Mário Antônio da Silva, que deixa o clero paranaense para auxiliar a dom Luiz Soares Vieira, arcebispo de Manaus, em sua arquidiocese. Estiveram presentes 13 bispos, aproximadamente 120 padres, religiosos, religiosas, seminaristas, representantes da arquidiocese de Manaus (AM), onde o bispo atuará. Muitos fiéis, tanto da diocese de Jacarezinho quanto de outras dioceses lotaram a catedral Imaculada Conceição para acompanhar a missa de ordenação.

Na missa, dom Mário recebeu o terceiro grau do sacramento da Ordem (bispo), que foi presidida pelo arcebispo metropolitano de Cascavel, dom Mauro Aparecido dos Santos, que fez parte do clero da diocese de Jacarezinho. O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e arcebispo de Manaus, dom Luiz Soares Vieira também participou da ordenação de dom Mário.

Ao final da celebração, dom Luiz encorajou o recém ordenado bispo a não ter medo da missão em terras amazônicas, mas confiar na graça de Deus e levar seu coração por inteiro. FONTE ; CNBB

Comissão dá início à atualização das Diretrizes do Diaconato Permanente

A Comissão para atualização das Diretrizes do Diaconato Permanente fez sua primeira reunião nesta quinta-feira, 26, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para discutir a metodologia de trabalho que a equipe vai adotar para começar a atualização do documento “Diretrizes do Diaconato Permanente”, em vigor desde 2003.

Durante a reunião, a equipe também deu início à elaboração de um questionário que será enviado para as Comissões Regionais do Diaconato Permanente, com o objetivo de solicitar a contribuição dos diáconos em sugestões e acréscimos ao novo texto.

O presidente da Comissão, dom Anuar Battisti [arcebispo de Maringá (PR)], antecipou que três elementos já foram definidos para integrar a nova redação. “O novo documento vai constar do magistério da Igreja a partir de citações do papa Bento XVI sobre o diaconato permanente, das diaconias: as regiões atendidas pelos diáconos permanentes, e da dimensão da missionariedade dos diáconos, a partir do Documento de Aparecida (DAp)”.

Ainda nessa primeira reunião, o grupo pontuou mudanças de palavras, parágrafos e fez correções no texto atual. Dom Anuar afirmou que até o fim de outubro, os questionários deverão voltar respondidos. Em novembro, o secretário executivo da Comissão, padre Reginaldo Lima [assessor da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB], deverá fazer a tabulação dos dados e, em 7 de dezembro, acontecerá a segunda reunião que dará início à primeira redação de atualização do novo documento a ser apresentado na 49ª Assembleia Geral da CNBB, marcada para maio de 2011, em Aparecida (SP). Com a aprovação da CNBB, o texto seguirá a Roma, para aprovação da Congregação para a Educação Católica.

Integram a Comissão três bispos [dom Anuar Battisti, arcebispo de Maringá (PR); dom Vicente Gosta, bispo da diocese de Jundiaí (SP); dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Teresina (PI); dom Edson de Castro Homem, bispo auxiliar do Rio de Janeiro]; um diácono permanente [Odelcio Calligaris Gomes da Costa, presidente da Comissão Nacional dos Diáconos (CND)] e dois sacerdotes [Reginaldo Lima e Valter Maurício Goedert].

Atualmente existem no Brasil 2.200 diáconos permanentes. Segundo o diácono Odelcio, cerca de 53% das dioceses do país têm diáconos permanentes. FONTE : CNBB

Reunião da Equipe de Reflexão dos Movimentos Leigos da CNBB

Avaliação da Reunião Nacional de Dirigentes de Movimentos, Associações Laicais e Serviços Eclesiais realizada em abril de 2010, definição e planejamento para 2011, trabalho da Comissão para o Laicato, e entre outros, foram os assuntos da reunião da Equipe de reflexão dos movimentos do Setor Leigos da CNBB.

Durante a reunião, realizada na manhã do dia 20, na sede do Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo) , os participantes também prepararam o 4º Encontro Nacional de Movimentos, Associações de Leigos e Serviços Eclesiais, previsto para 2012.

O assessor do Setor Leigos da CNBB, Geraldo Aguiar, acentuou a importância da reunião. "A principal tarefa desta reunião é construir e consolidar os caminhos de diálogo e comunhão entre os movimentos e associações laicais”.

A equipe de reflexão é composta de pessoas de alguns movimentos escolhidas pela Comissão Episcopal para o Laicato para contribuir no planejamento e nas ações que o Setor Leigos desenvolve junto aos Movimentos e Associações de Leigos.

Participaram também da reunião o presidente da Comissão Episcopal para o Laicato e bispo de Registro (SP), dom José Luiz Bertanha e um representante do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), Luis Antônio Ferreira.

A equipe voltará a reunir-se no dia 16 de dezembro. Fonte : CNBB

CELAM promove o 6º Encontro de Vida Consagrada da América Latina e Caribe

Aconteceu na cidade do Panamá, de 16 a 20 de agosto, o 6º Encontro de Vida Consagrada entre bispos, religiosos e Institutos Seculares da América Latina e Caribe, promovido pelo Conselho Episcopal Latinoamericano (CELAM).

O Encontro abordou as relações pastorais entre as Igrejas particulares da Vida Consagrada na América latina e Caribe à luz de Aparecida. Refletiu também sobre o processo de conversão pastoral pedido por Aparecida, e sobre o papel da Vida Consagrada na Missão Continental.

O acompanhamento às diversas formas de Vida Consagrada também foi discutido. Participou pela CNBB, o bispo da prelazia de São Félix (MT) e integrante da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom Leonardo Ulrich Steiner. fonte; CNBB

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Harmonia sexual entre o casal

O bom relacionamento sexual na vida do casal é de fundamental importância para a sua harmonia. A primeira necessidade é conhecer o sentido da vida sexual no plano de Deus. O sexo tem duas dimensões na vida conjugal: unitiva e procriativa. A dimensão unitiva significa que o sexo é um meio de unidade do casal. Mais do que nunca é no relacionamento sexual que eles se tornam “uma só carne” . O ato sexual, para o casal, é a mais intensa manifestação do seu amor; é a celebração do amor no nível afetivo e sensitivo. Portanto, não pode haver sexo sem profundo amor; ele só pode ser vivido no casamento, porque só no casamento existe um compromisso de vida para toda a vida e a responsabilidade de assumir as suas consequências, especialmente os filhos.

O que faz do sexo algo perigoso e desordenado é exatamente o seu uso fora de uma realidade de manifestação de amor. Se tirarmos o amor, o sexo se transforma em mera prostituição: sexo sem amor, sem compromisso. Aquele que usa da prostituta não tem responsabilidade sobre ela; não se importa se amanhã ela estará doente, desempregada, passando fome ou morrendo de AIDS. Ela foi apenas um instrumento de prazer, que foi alugado por alguns instantes. É o grande desvirtuamento de uma das realidades mais lindas criadas por Deus. Se ao criar todas as coisas, “Deus viu que tudo era bom” (cf. Gen 1,10), também o sexo, já que foi feito com a bela finalidade de gerar a vida e unir os esposos. Se ele fosse sujo, em si mesmo, a criança não poderia ser tão bela e inocente. Nossos filhos vieram ao mundo porque tivemos relações sexuais. Deus, na Sua sabedoria, quis assim; quis que, no auge da celebração do amor do casal, o filho fosse gerado, para que este não fosse apenas “carne da carne dos pais”, mas “amor do seu amor”. A Igreja sempre viu com olhos claros esta realidade. São Paulo, há vinte séculos, já dava orientação segura aos fiéis de Corinto sobre isso: "O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido.

A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence a seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa. Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e depois retornais um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa incontinência" (I Cor 7, 3-5).

Com essas orientações o apóstolo dos gentios mostra a legitimidade da vida sexual no casamento e até pede que os casais não se abstenham dela por muito tempo, dizendo: "Não vos recuseis um ao outro”. E pede que cada um “cumpra o seu dever” para com o outro. Como não ver nessas palavras do apóstolo um pedido aos cônjuges, para que satisfaçam as legítimas aspirações do outro? É claro que a luz a guiar este relacionamento há de ser sempre o amor e nunca o egoísmo.

Haverá épocas na vida do casal em que a relação sexual será impossível. Quando a esposa está grávida, já próximo de dar à luz, após o parto, quando passa por uma cirurgia, entre outros. Nessas ocasiões, e em muitas outras, por bom senso, mas também por caridade para com a esposa, o esposo há de respeitá-la.

O fato de o sexo ser legítimo no casamento,– e só no casamento –, não quer dizer que nele "vale tudo" como se diz. Não somos animais irracionais; aliás, nem os animais irracionais fazem estrepolias em termos de sexo. Ao contrário, são extremamente naturais. A moral católica se rege pela "lei natural", que Deus colocou no mundo e no coração do homem. Aquilo que não está de acordo com a natureza, não está de acordo com a moral. Será que, por exemplo, o sexo oral ou anal estão de acordo com a natureza? Certamente não.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos ensina o seguinte: "Os atos com os quais os cônjuges se unem íntima e castamente são honestos e dignos. Quando realizados de maneira verdadeiramente humana, testemunham e desenvolvem a mútua doação pela qual os esposos se enriquecem com o coração alegre e agradecido" (CIC, 2362; GS, 49). Tenho ouvido esposas que se queixam dos maridos que as obrigam a fazer o que elas não querem nem aceitam no ato sexual. Neste caso, será uma violência obrigá-las a isso. Aquilo que cada um aceita, dentro das características psicológicas de cada um, não sendo uma violência à lei natural, pode ser vivido com liberdade pelo casal.

É legítimo que o esposo prepare a esposa para que haja a harmonia sexual; isto é, ambos atingirem juntos o orgasmo. O esposo deve se guiar exatamente pela orientação da esposa, que saberá mostrar-lhe naturalmente o que ela precisa para chegar ao orgasmo com ele. Não é fácil, muitas vezes, o ajustamento sexual do casal; e, algumas vezes, precisa-se de anos para que ele aconteça. Também aí há de haver a paciência e a bondade de um para com o outro, para ajudá-lo a superar as suas dificuldades. Mas tudo se resolve se houver esses ingredientes.

(Trecho do livro "Família, santuário da vida" do professor Felipe Aquino).

O leigo na Igreja

No 4° final de semana de agosto, a Igreja Católica celebra a vocação dos fiéis leigos. Incorporados a Cristo pelo batismo, eles participam das funções de Cristo Sacerdote, Profeta e Pastor. Conforme afirmação do "Documento de Puebla", são "homens da Igreja no coração do mundo, e homens do mundo no coração da Igreja" (DP, 786).

Paulo VI lembrava que "o espaço próprio de sua atividade evangelizadora é o vasto e complexo mundo da política, da realidade social e da economia, como também da cultura, das ciências e das artes, da vida internacional, dos Meios de Comunicação Social, e outras realidades abertas à evangelização, como o amor, a família, a educação das crianças e adolescentes, o trabalho profissional e o sofrimento" (EN, 70).

Além desse espaço próprio, a Conferência de Aparecida afirma que "os leigos também são chamados a participar na ação pastoral da Igreja, primeiro com o testemunho de vida e, em segundo lugar, com ações no campo da evangelização, da vida litúrgica e outras formas de apostolado, segundo as necessidades locais sob a guia de seus pastores". Ainda: "aos catequistas, ministros da Palavra e animadores de comunidades que cumprem magnífica tarefa dentro da Igreja, os reconhecemos e animamos a continuarem o compromisso que adquiriram no batismo e na confirmação" (DA, 211).

O Catecismo da Igreja Católica declara que "todos os fiéis são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação". Por isso, "os leigos têm a obrigação e o direito de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra" (CIC, 900).

A Igreja reconhece o grande trabalho desenvolvido pelos fiéis leigos e leigas na obra evangelizadora. Como bispo, estou ciente de que a Igreja ganha beleza e eficiência na medida em que conta com a efetiva participação de leigos em sua obra evangelizadora. Quando bispos, padres, religiosos e leigos atuarmos em igualdade de condições e com igual senso de responsabilidade, o rosto da Igreja Diocesana será muito mais atraente e a mensagem de Jesus Cristo será melhor anunciada e assimilada.

Parabéns pelo dia do leigo e da leiga e obrigado pelo testemunho fiel ao Evangelho e que Deus abençoe sua missão, sua vida e seu trabalho!

Dom Canísio Klaus

Bispo da Diocese de Santa Cruz do Sul - RS

Experiência de um cardeal que conviveu com Madre Teresa de Calcutá

No centenário de nascimento de Madre Teresa de Calcutá, comemorado nesta quinta-feira, 26, o Canção Nova Notícias foi conhecer um grande amigo da beata, que teve o privilCardeal Josef Tomko, atualmente, prefeito emérito da Congregação para a Evangelização dos Povos, tem 85 anos. Na casa deste cardeal sloveno, que expõe nas prateleiras da sala, recordações das inúmeras viagens que fez quando ainda estava à frente da congregação. Entre estas lembranças, muita história para contar, já que ele também chegou a acompanhar João Paulo II em todas as viajens que o Papa polonês fez.

Mas, um encontro particular com uma freira de pequena estatura, mas dotada de grande personalidade, o marcou de forma profunda. O nome desta freira, era Madre Tereza de Calcutá.

O cardeal que foi um dos três maiores amigos de Madre Teresa em Roma, entre os quais se encontra Joao Paulo II, faz questão de relembrar alguns momentos particulares com a beata, que segundo ele, a cada encontro o surpreendia.

Dom Tomko que sempre recebia Madre Teresa na sala de sua casa, fala quem era esta mulher e o que a impulsionava a abraçar a causa dos mais necessitados.

Uma gota no oceano. Era assim que Madre Teresa, definia seu trabalho. Um convite para que também nós assumamos o compromisso de evangelizar com aquilo que temos para oferecer.

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